O Novo número da RBTI está online- siga o link no titulo acima!
ARTIGOS DA REVISTA RBTI VOLUME 19 EDIÇÃO 4
TÍTULO: Como Melhorar a Comunicação e Prevenir Conflitos nas Situações de Terminalidade na Unidade de Terapia Intensiva
AUTOR: RACHEL DUARTE MORITZ
TÍTULO: Cuidando da Família de Pacientes em Situação de Terminalidade Internados na Unidade de Terapia Intensiva
AUTOR: MARCIO SOARES
TÍTULO: Como Avaliar Criticamente Revisões Sistemáticas e Metanálises?
AUTOR: OTÁVIO BERWANGER
TÍTULO: Fator de Inibição da Migração de Macrófagos e Interleucina-6 na Síndrome de Esmagamento: Analogia com Gravidade? Relato de Casos
AUTOR: RITA VIANNA DE AZEVEDO
TÍTULO: Síndrome Pulmonar por Hantavírus com Disfunção de Múltiplos Órgãos. Relato de Caso
AUTOR: SUZANA MARGARETH AJEJE LOBO
TÍTULO: Necrose Isquêmica Hepática e Diabete Melito. Relato de Caso
AUTOR: TICIANA PAES
TÍTULO: Entendendo os Mecanismos Determinantes da Lesão Pulmonar Induzida pela Ventilação Mecânica
AUTOR: PATRÍCIA RIEKEN MACEDO ROCCO
TÍTULO: Estrongiloidíase Disseminada: Diagnóstico e Tratamento
AUTOR: JORGE IBRAIN FIGUEIRA SALLUH
TÍTULO: Medicina Intensiva na Graduação Médica: Perspectiva do Estudante
AUTOR: ALESSANDRO DE MOURA ALMEIDA
TÍTULO: Central de Ventiladores Mecânicos: Organização, Segurança e Qualidade
AUTOR: LILIAN KHELLEN GOMES DE PAULA
TÍTULO: Estudo Comparativo entre Traqueostomia Precoce e Tardia em Pacientes sob Ventilação Mecânica
AUTOR: SYLVIA CAROLINA ARANHA
TÍTULO: Determinantes da Evolução do Standard Base Excess em Pacientes com Choque Séptico
AUTOR: MARCELO PARK
TÍTULO: Déficit de Base à Admissão na Unidade de Terapia Intensiva. Um Indicador de Mortalidade Precoce
AUTOR: FRANCISCO ALBANO DE MENESES
TÍTULO: A Presença de Patógenos Respiratórios no Biofilme Bucal de Pacientes com Pneumonia Nosocomial
AUTOR: LUIZ CLÁUDIO BORGES SILVA DE OLIVERIA
TÍTULO: Pseudomonas Aeruginosa: Freqüência de Resistência a Múltiplos Fármacos e Resistência Cruzada entre Antimicrobianos no Recife/PE
AUTOR: EDUARDO ANDRADA PESSOA DE FIGUEIREDO
TÍTULO: Prevalência de Infecção Nosocomial em Unidades de Terapia Intensiva do Rio Grande do Sul
AUTOR: GILBERTO FRIEDMAN
Este blog tem como objetivo trazer informações e visões críticas sobre os estudos científicos recentes em medicina hospitalar e terapia intensiva. Também no Instagram: artigoscomentadosemmedicina
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07 fevereiro 2008
26 novembro 2007
Hipertensão abdominal:Mensuração da pressão intra-abdominal nas unidades de tratamento intensivo. A opinião dos médicos intensivistas
O artigo abaixo está no último número RBTI (vol3, 2007)e é bastante ilustrativo de uma situação prevalente onde as intervenções de educação continuada são bemvindas.
clique no título desse post e abra o artigo em pdf!
Mensuração da pressão intra-abdominal nas unidades de tratamento intensivo. A opinião dos médicos intensivistas.
1: ANDRE MIGUEL JAPIASSU 2: HAROLDO FALCÃO RAMOS DA CUNHA 3: SANDRA RODRIGUES DE FREITAS SILVA 4: PAULO CÉSAR SILVA PEREIRA SOUZA 5: ROBERTO SEABRA LANNES 6: RICARDO SATO IKUHARA 7: MARCIO SOARES 8: JORGE IBRAIN FIGUEIRA SALLUH 9: FERNANDO FREITAS 10: ANALICIA M DIAS 11: GUSTAVO F ALMEIDA
JUSTIFICATIVA:
Os efeitos adversos da hipertensão intra-abdominal (PIA) são conhecidos há muitos anos, mas apenas recentemente deu-se importância à sua monitorização. Há evidências que cerca de um quarto dos centros de tratamento intensivo (CTI) não medem a PIA por falta de conhecimento da sua importância ou dificuldade na interpretação dos resultados. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento dos médicos sobre a síndrome de compartimento abdominal (SCA) e as características do seu manuseio.
METODO:
Para a realização deste estudo foi enviado um questionário, contendo 12 perguntas sobre o assunto, para médicos que trabalham em CTI.
RESULTADOS:
O conhecimento das definições internacionais de SCA não parece estar influenciado pelo tempo de exercício da Medicina, mas sim pelo tempo de atividade dedicada à Medicina Intensiva. Embora a maioria esteja ciente da existência da SCA, menos da metade dos médicos que responderam ao questionário conhece as definições internacionais de 2004. A medida da PIA é realizada em pacientes com predisposição para SCA, por via intravesical, com injeção de 25 a 100 mL de líquido, com intervalos de 4 a 8 horas. Não parece existir valor de PIA (associado ou não a disfunções orgânicas) de consenso entre médicos desta pesquisa em relação ao tratamento clínico ou cirúrgico.
CONCLUSÂO:
O conhecimento sobre SCA é satisfatório quando considerados apenas os médicos que atuam majoritariamente em Medicina Intensiva. Contudo, é necessária a educação acerca da presença e gravidade da hipertensão intra-abdominal para grande parte dos médicos atuantes na Medicina Intensiva na região metropolitana do Rio de Janeiro.
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Mensuração da pressão intra-abdominal nas unidades de tratamento intensivo. A opinião dos médicos intensivistas.
1: ANDRE MIGUEL JAPIASSU 2: HAROLDO FALCÃO RAMOS DA CUNHA 3: SANDRA RODRIGUES DE FREITAS SILVA 4: PAULO CÉSAR SILVA PEREIRA SOUZA 5: ROBERTO SEABRA LANNES 6: RICARDO SATO IKUHARA 7: MARCIO SOARES 8: JORGE IBRAIN FIGUEIRA SALLUH 9: FERNANDO FREITAS 10: ANALICIA M DIAS 11: GUSTAVO F ALMEIDA
JUSTIFICATIVA:
Os efeitos adversos da hipertensão intra-abdominal (PIA) são conhecidos há muitos anos, mas apenas recentemente deu-se importância à sua monitorização. Há evidências que cerca de um quarto dos centros de tratamento intensivo (CTI) não medem a PIA por falta de conhecimento da sua importância ou dificuldade na interpretação dos resultados. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento dos médicos sobre a síndrome de compartimento abdominal (SCA) e as características do seu manuseio.
METODO:
Para a realização deste estudo foi enviado um questionário, contendo 12 perguntas sobre o assunto, para médicos que trabalham em CTI.
RESULTADOS:
O conhecimento das definições internacionais de SCA não parece estar influenciado pelo tempo de exercício da Medicina, mas sim pelo tempo de atividade dedicada à Medicina Intensiva. Embora a maioria esteja ciente da existência da SCA, menos da metade dos médicos que responderam ao questionário conhece as definições internacionais de 2004. A medida da PIA é realizada em pacientes com predisposição para SCA, por via intravesical, com injeção de 25 a 100 mL de líquido, com intervalos de 4 a 8 horas. Não parece existir valor de PIA (associado ou não a disfunções orgânicas) de consenso entre médicos desta pesquisa em relação ao tratamento clínico ou cirúrgico.
CONCLUSÂO:
O conhecimento sobre SCA é satisfatório quando considerados apenas os médicos que atuam majoritariamente em Medicina Intensiva. Contudo, é necessária a educação acerca da presença e gravidade da hipertensão intra-abdominal para grande parte dos médicos atuantes na Medicina Intensiva na região metropolitana do Rio de Janeiro.
18 novembro 2007
RBTI no Scielo: Boa notícia para os intensivistas brasileiros
Amigos,
a revista brasileira de terapia intensiva foi indexada na base do SCIELO.
A sua inclusão na mais expressiva base de dados científicos latino-americana é prova de sua evolução qualitativa e também uma grande oportunidade (com maior visibilidade) para as publicações nacionais.
um portal prórpio está sendo construido em www.rbti.org.br
boas novas
visitem no link http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-507X&nrm=iso&lng=en
a revista brasileira de terapia intensiva foi indexada na base do SCIELO.
A sua inclusão na mais expressiva base de dados científicos latino-americana é prova de sua evolução qualitativa e também uma grande oportunidade (com maior visibilidade) para as publicações nacionais.
um portal prórpio está sendo construido em www.rbti.org.br
boas novas
visitem no link http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-507X&nrm=iso&lng=en
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